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sábado, 20 de setembro de 2014

Segunda Guerra Mundial (1939-1945)


Anteriormente vimos que o Pacto Germano-Soviético celebrado entre soviéticos e alemães foi um duro golpe para os ingleses e franceses, que esperavam um conflito entre os nazistas e os socialistas no leste europeu devido à oposição das ideologias e ao expansionismo do Führer. Hitler e Stalin, porém, quebraram as expectativas e concordaram em invadir a Polônia e reparti-la entre eles. 

A Polônia sucumbiu rapidamente graças à estratégia alemã Blitzkrieg (guerra-relâmpago, isto é, um ataque pesado e rápido que envolvia o adversário rapidamente) com apoio da força aérea, a Luftwaffe. Ingleses e franceses formaram o grupo dos Aliados e declararam guerra à Alemanha em 3 de setembro de 1939. 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Guerra Civil Espanhola (1936-1939)


Os regimes totalitários da Alemanha e da Itália teriam participação fundamental na Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Em 1935, uma frente que agrupava liberalistas e social-democratas ganhou as eleições. Setores conservadores como a Igreja Católica, o exército e a burguesia, por exemplo, simpatizavam com um partido de cunho fascista, a Falange.

Apoiado pelos setores conservadores e liderados pelos generais Emílio Mola e Francisco Franco, eclode na Espanha uma conspiração militar contra o governo que acaba por dividir o país em duas áreas, a dos franquistas (falangistas) e a dos republicanos, que se enfrentam na guerra civil.

Regimes Totalitários: Nazifascismo


A seguir, algumas características ideológicas inerentes ao regimes totalitários que surgiram na Europa durante o Período Entreguerras (1918-1939):

Crise de 1929


Os países europeus estavam destruídos após o fim da Primeira Guerra Mundial. Os efeitos desta viriam a enfraquecer até o domínio colonial das potências europeias sobre países como a Índia, onde Mahatma Gandhi liderava a resistência contra a Inglaterra. A mesma Inglaterra, enfraquecida, concedeu independência a seus ex-domínios do Canadá e da Austrália e Nova Zelândia.

A França sofria reações na Indochina e no Oriente Médio. A Alemanha, com a economia arruinada, se declarou incapaz de continuar o pagamento das reparações impostas pelo Tratado de Versalhes, o que levou a França e a Inglaterra a ocuparem a região do Ruhr em 1923.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Revolução Russa (1917)


Ao final do século XIX, a Rússia era um país agrário e dos mais atrasados da Europa. Seu governo tinha caráter violento e autoritário em que a pessoa do czar (imperador) se confundia com o Estado. A dinastia Romanov já estava no poder desde 1613.

80% da população russa da época era composta por camponeses e apenas uma pequena parcela era composta por nobres e privilegiados proprietários de terra. A grande massa era ignorante e analfabeta.

Primeira Guerra Mundial (1914-1918)

 

Na última postagem, vimos que o assassinato do herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, por um grupo terrorista da Sérvia levou o Império a declarar guerra ao país balcânico.

Rússia (em defesa da Sérvia) e França (ao lado da Rússia) mobilizaram suas tropas contra o Império Austro-Húngaro e a Alemanha, de pronto, declarou guerra à França e à Rússia. 

Deflagração da Primeira Guerra Mundial


Bem, uma série de eventos levaram à eclosão da Primeira Guerra Mundial. As tensões apenas cresciam, a guerra parecia iminente. Sentindo o perigo, os países europeus procuraram investir em seu poderio militar e já firmavam alianças entre eles muito antes da eclosão da guerra. O que se verifica neste período, então, é uma corrida armamentista denominada Paz Armada. De onde vinha o capital para o desenvolvimento militar? Do Neocolonialismo.

E por que "paz"? Vale lembrar que a Paz Armada e a Belle Époque aconteceram simultaneamente, o que é um tanto contraditório. A contradição está na euforia capitalista observada na população europeia (Belle Époque) e a ameaça da guerra nos bastidores (corrida armamentista). Então, existia o otimismo e existia ressentimentos entre os países europeus.